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CONDOMÍNIO

Como é viver em condomínio? Entenda aqui

25/06/2020

Como é viver em condomínio? Entenda aqui

Você já experimentou ou, ao menos, imaginou como seria viver em condomínio? Se, por um lado, existem as vantagens de contar com uma estrutura de lazer completa e recursos de segurança reforçados, por outro, a convivência entre vizinhos nem sempre é fácil.

Neste post, reunimos todas essas nuances. Conheça os diferenciais ligados a esse estilo de vida e entenda por que ele tem conquistado cada vez mais adeptos. Depois, é só analisar se a vida em condomínio está à altura das suas expectativas — e planejar os próximos passos!

Vantagens de morar em condomínio

Geralmente, quem mora em condomínio conta com uma infraestrutura de lazer completa, a poucos passos de casa. Esses empreendimentos costumam ter piscinas adulta e infantil, playground, jardim, churrasqueira, quadra, academia de ginástica, salão de festas, espaço gourmet, entre outras áreas.

Também existem as vantagens ligadas à segurança, principalmente por conta da portaria, portões automáticos, tag de identificação nos veículos etc. Isso sem falar nas câmeras de vigilância — sempre respeitando a privacidade, assegurada pelo direito à inviolabilidade da imagem, conforme consta no artigo 5º, inciso XXVIII, da Constituição Federal — e outros sistemas de monitoramento contratados.

Além disso, o condomínio fechado também conta com a figura do síndico. Esse pode ser um morador com vocação para a função, eleito em assembleia, ou um profissional. Independentemente da origem, cabe a ele resolver, de maneira imparcial, as possíveis divergências cotidianas.

Fora isso, quem opta por viver em condomínio também precisa pagar, todos os meses, a taxa condominial. O valor arrecadado é usado, em sua maior parte, na manutenção do empreendimento, bem como para arcar com as folhas de pagamentos dos funcionários.

Porém, não pense que se trata de um custo excessivo. Como os valores são divididos entre os moradores do edifício, os gastos com zeladoria são bem menores do que os que incidem sobre quem reside em casas fora de condomínios.

No mais, quando precisar fazer uma obra, por conta de um entupimento ou infiltração, por exemplo, ou for dar uma festa, comunique o síndico com antecedência. Também é educado avisar os vizinhos mais próximos. Essa demonstração de consideração colabora para que eles tenham paciência com episódios que, ainda que justificáveis e esporádicos, gerem barulho.

Como é viver em condomínio

Além de educação, bom senso e empatia, a convivência em condomínio é regida por algumas regras. A maioria trata de questões referentes ao dia a dia dos condôminos, bem como à conservação das áreas comuns e ao uso apropriado de suas estruturas. Deve-se, por exemplo:

  • respeitar o uso das vagas na garagem;
  • recolher as fezes dos animais imediatamente (quando feitas nas áreas comuns ou nas calçadas);
  • usar tanto a entrada como o elevador de serviço, quando estiver acompanhado pelos pets;
  • evitar a presença de animais de estimação em áreas não permitidas;
  • seguir as normas para o uso do elevador, sem impedir o fechamento das portas;
  • respeitar a lei do silêncio vigente, tanto dentro de casa como nas áreas de lazer; entre outras medidas.

Para resumir, basta não fazer com os outros o que você não gostaria que fizessem com você. Respeitar as regras é a melhor maneira de garantir a harmonia entre os moradores, além de evitar advertências ou multas.

Mas para que sua opinião possa ser ouvida, é preciso participar das assembleias — realizadas mensalmente, para discutir e votar assuntos do interesse dos moradores. Aliás, sempre que possível, conheça a pauta com antecedência. Vale destacar que, quando for o desejo da maioria, normas e regras estabelecidas podem ser alteradas.

O que fazer em casos de perturbação

Primeiramente, é preciso definir o que se caracteriza como perturbação. Uma fatalidade, como bater com a porta do carro no veículo do vizinho, pode ser muito bem resolvida com um bilhete de desculpas e o pagamento do conserto. Pequenos mal-entendidos também podem ser esclarecidos conversando civilizadamente.

Já uma obra realizada em dias ou horários inoportunos; o comprometimento constante da estética da fachada; a presença de crianças brincando entre os carros; o uso contínuo de saltos altos; brigas, gritarias ou latidos que não cessam; festas frequentes que entram noite adentro; a presença de convidados nas áreas de lazer e por aí vai… são casos bem diferentes. Infelizmente, a lista de perturbações pode ser longa.

A boa notícia é que a maioria das pessoas respeita as regras para viver em condomínio. Mas em caso de descumprimento, basta recorrer ao síndico.

Quem procurar nesses casos

Deve-se procurar o síndico ou a administradora responsável pelo condomínio. Mas dependendo da situação, pode ser preciso acionar a polícia. Isso também é feito pelo síndico ou pelo administrador, mas somente quando todas as possibilidades de entendimento se esgotaram.

Além disso, os policiais podem ser chamados sempre que houver ameaça à segurança de funcionários ou de outros moradores. O mesmo vale para ocorrências sérias, como agressões físicas e intimidações com armas (brancas ou de fogo). Uma equipe bem preparada sabe identificar quais situações exigem a presença policial.

Mas a contrapartida também é válida. Se um morador se sentir lesado por alguma medida, não só pode, como deve procurar seus direitos na justiça.

Por isso, é importante que, além de conhecer o regimento interno e a convenção de condomínio, todos se informem sobre os direitos e deveres dos condôminos. Essas questões estão contidas no Código Civil (Lei Nº 10.931, de 2004).

Por fim, lembre-se que as pessoas têm hábitos e necessidades distintas. Com tanto que um não interfira na qualidade de vida do outro, é preciso respeitar as diferenças. Porém, caso ocorram perturbações da ordem, deve-se recorrer ao síndico ou às autoridades competentes. Pode até parecer exagero, mas graças à existência de regras claras, profissionais treinados e uma boa dose de empatia por parte dos moradores, viver em condomínio é tudo de bom! 😉

E então? Ficou animado para morar em um lugar assim? Se você tem vontade de se mudar para um condomínio completo, não perca mais tempo e comece a fazer um planejamento financeiro!